Falsos cognatos  escrito em domingo 23 agosto 2009 11:40

dois tipos de Falsos Cognatos:

a) quando uma palavra em inglês se parece com uma palavra em português, mas não tem nada a ver, e

b) quando a palavra em inglês se parece com uma palavra em português e o significado não é exatamente o mesmo. Um exemplo do primeiro caso é a palavra actually, que tem um significado totalmente diferente em português (de fato, na verdade) e no segundo caso um exemplo interessante é a palavra potency, que significa a força de uma bebida alcoólica ou de um remédio/droga. Temos aqui mais alguns exemplos:

1. Content – Não significa contente, e sim satisfeito. (I’m content with my salary.)

2. Profound – Não significa profundo no sentido de profundidade física, mas sim no sentido figurado. (This discovery has brought about profound implications for medicine.)

3. Publicity – Não tem o significado de propaganda mas sim de promoção de alguém ou algo (produto) na mídia. (The incident of food poisoning drew a lot of negative publicity.)

4. Functionary – É funcionário público, especialmente no Reino Unido. (A functionary met us and took us to the president.)

5. Notorious – Notório, em português significa “famoso”, geralmente por algo bom. Em inglês tem sentido negativo. (She’s notorious for being late.)

6. Enchanted – Quando alguém está encantado, em português, geralmente significa que estão satisfeitos e felizes com algo, mas em inglês, enchanted significa enfeitiçado. (They say the forest is enchanted.)

7. Commemorate – Somente pessoas e datas muito importantes são “commemorated” em inglês. Por exemplo, uma estátua pode commemorate uma pessoa, ou uma cerimônia pode ser feita para commemorate a independência de um país. Em outros casos, use celebrate.

8. Renovate – Em inglês usa-se como reformar (construções). (My parents renovated the beach house.)

9. Assault – Traduz-se por “causar dano físico a alguém”, agredir. (The man was charged with assault after punching the victim in the face for no apparent reason.)

10. Agitate – Usa-se com o sentido de instigar, agitar uma situação (geralmente política). Para agitar, no sentido mais geral, use “shake”. (The left-wings were agitated because of the law that had been passed.)

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Da Irlanda à China, guias de viagem da Publifolha cobrem 68 destinos  escrito em segunda 10 agosto 2009 11:04

da Folha Online - 10/08/2009 - 09h00

Contemplando turistas de primeira viagem, mochileiros e viajantes experientes, a Publifolha oferece um acervo de mais de cem títulos para quem sonha em viajar para dentro ou fora do Brasil. São 17 séries que cobrem 68 destinos pelo mundo todo.

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Veja abaixo o perfil de cada uma das séries publicadas pela Publifolha.

Para acessar trechos das obras e conferir os arquivos em formato PDF, clique em "Ver páginas". É necessário ter o programa Acrobat Reader instalado em seu computador. Instale-o agora.

1. Os "Guias Visuais" exploram detalhes e atrações imperdíveis de cada lugar: "Brasil", "Europa", "Estados Unidos", "Índia", "Austrália", "Nova Zelândia" e muito mais. Abrangentes, fáceis de consultar, repletos de fotos, mapas e ilustrações, oferecem informações detalhadas para todas os passeios, além de trazer orientação exclusiva para turistas brasileiros. São mais de 30 destinos, entre cidades, países, regiões e continentes. No volume "China" (veja foto abaixo), por exemplo, o título apresenta o país em 672 páginas e mais de 2.000 fotos coloridas. Ver páginas

2. Idéias para aproveitar o tempo ao máximo estão na série "Guia Visual de Bolso" . Os volumes reúnem as principais atrações das cidades Berlim, Praga, Syndey, Madri, Roma, Nova York, Londres e Paris, com mapa desdobrável e detalhado, restaurantes, bares e lojas em cada área, além de ser prático e em formato de bolso. O guia ainda revela um manual de sobrevivência com telefones frases úteis e índice das ruas. É o parceiro ideal para os Guias Visuais. Ver páginas

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Guia ilustrado traz informações sobre todas as atrações da China
Guia ilustrado traz informações sobre todas as atrações da China

3. Os "Rough Guides" destacam as atividades que cada destino oferece, sua história e cultura, e informação sobre hotéis, restaurantes e bares para todos os bolsos. Sempre com o caráter irreverente e atual, além do grande diferencial que fez a fama da série: os dados são apresentados de forma crítica. A coleção apresenta quatro volumes que trazem as atrações de países da América do Sul: "Argentina", "Bolívia", "Chile" e "Peru". . Ver páginas

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Série ensina inglês, francês, espanhol, japonês em 15 minutos
Série ensina inglês, francês, espanhol, japonês em 15 minutos

4. A coleção "Rough Guides Directions" desvenda os passeios e as atrações mais concorridos e traz sugestões preciosas para os viajantes que querem conhecer os destinos mais requisitados do planeta. Amsterdã, Barcelona, Cancún, Dublin, Lisboa, Roma, São Francisco, Londres, Dubai, Nova York e Paris já estão disponíveis. No guia, cada região das cidades é descrita e acompanhada de endereços e serviços de restaurantes, pubs, museus, entre outras atrações. Há também sugestões de roteiros temáticos. O guia fornece ainda um pequeno guia de conversação. Ver páginas

5. A série "Mapas Rough Guides" exibe uma cobertura precisa com a localização dos melhores hotéis, restaurantes, lojas e museus, linhas de ônibus e metrô. Oferecem também uma tabela de horário de funcionamento de serviços e das principais atrações. Em papel especial, são resistentes a dobraduras repetidas e à prova d'água. Roma, Paris, Nova York e Londres já estão na coleção. Ver páginas

6. Amsterdã, Atenas, Berlim, Buenos Aires, Havaí, Istambul, Lisboa, Londres, Madri, Miami, Nova York, Paris, Pequim, Rio de Janeiro, Roma, Tóquio, Viena e vinhedos da França. Quem nunca quis viajar para qualquer um destes lugares? Foi pensando nisso que a Publifolha lançou os "Guia Passo a Passo", com o melhor de cada região em formato de bolso. Seis grandes mapas ajudam a explorar as principais áreas de metrópoles e regiões cobiçadas para você conhecê-las ao máximo. Apresenta ainda informações sobre atrações, hotéis, bares, cafés e restaurantes. Ver páginas

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Guia revela o que fazer na cidade o ano todo, 24 horas por dia
Guia revela o que fazer na cidade o ano todo, 24 horas por dia

7. Os guias Top 10 exploram o que uma cidade ou região tem de melhor. Cada título traz mais de 500 programas e serviços, selecionados e organizados para o turista preparar sua viagem e não perder nem um minuto do passeio. Os guias citam as principais atrações e os destaques que o viajante não pode deixar de ver em cidades como Veneza, Provença e Côte d'Azur. Ver páginas

8. A série Guias Fuja, Fique e Crianças reúne títulos inteligentes com propostas que vão de passeios rápidos a temporadas de um ano de viagem. Publicações como "Fuja no Fim de Semana" e "Guia Fuja por um Ano" e "Fique em São Paulo" são alguns dos destaques. Em "Guia Fique em São Paulo: Gastronomia" , o leitor encontra os melhores restaurantes da cozinha internacional e nacional localizados na capital paulista, propondo uma verdadeira viagem gastronômica por mais de 80 países. Ver páginas

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"Londres", Guia e Mapa: A Cidade na Palma da Mão, da Publifolha
"Londres", Guia e Mapa: A Cidade na Palma da Mão, da Publifolha

9. Totalmente ilustrado, o "Guia Paris com as Crianças" apresenta 50 lugares especiais da Cidade Luz de uma forma diferente. São museus, monumentos, palácios, parques e lojas, todos com sugestões que tornam o programa ainda mais divertido para a família. Criadora do projeto "Ciranda do Mundo" , que estimula pais e filhos a descobrirem o mundo de mãos dadas, a autora Anna Chaia dá sugestões de, por exemplo, como envolver mais as crianças em cada passeio. Ver páginas

10. A série "As Cidades do Brasil" traz muito mais do que um guia fotográfico. Não se restringe a exibir uma cidade desconhecida, um local turístico. O conjunto revela novos aspectos de algumas das maiores metrópoles do país pelo olhar de consagrados autores e fotógrafos brasileiros. Brasília (Eliane Cantanhêde e Graça Seligman), Florianópolis (José Geraldo Couto e Caio Vilela), Rio de Janeiro (Luiz Alfredo Garcia-Roza e Claudia Jaguaribe), Salvador (Tom Zé e Eder Chiodetto) e São Paulo (Marcelo Coelho e Tuca Vieira) são exibidas de um novo ponto de vista. Surpreendem quem visitou o lugar, seus moradores e quem não conhece. São uma ótima opção de presente. Ver páginas

Publifolha/Divulgação
Texto de José Geraldo Couto é ilustrado por 65 fotos de Caio Vilela em "Cidades do Brasil"
Texto de José Geraldo Couto é ilustrado por 65 fotos de Caio Vilela em "Cidades do Brasil"

11. Os "Guias de Conversação para Viagem" trazem expressões essenciais para quem não conhece o idioma, organizados pelas situações mais comuns enfrentadas pelo viajante nos transportes, compras, hotéis, serviços e emergências, além de um manual para entender os menus de restaurantes e uma lista de pratos e ingredientes. Cada um dos nove volumes oferece também um minidicionário, em línguas que vão do inglês ao chinês. A Publifolha também conta com o guia de conversação "Como Dizer Ma-ra-vi-lho-sa! em Oito Línguas", um guia para homens gays em viagem. Ver páginas

12. A série "15 minutos" destina-se a quem pretende aprender um idioma de forma rápida fácil e eficaz. O método consiste em exercícios ilustrados divididos em 60 aulas temáticas de 15 minutos cada uma, que devem ser estudadas ao longo de 12 semanas. Atende quem quer começar a aprender um idioma e assim como quem quer reforçar seu conhecimento. Dois CDs, com duração aproximada de 60 minutos cada, ajudam o leitor a aprimorar a pronúncia, ouvindo diálogos de nativos. Estão disponíveis inglês, francês, espanhol, italiano, alemão, chinês e japonês. Ver páginas

13. A série "Guias de Conversação Para Viagens Rough Guides" são essenciais para qualquer turista se comunicar bem. Os guias Espanhol, Francês e Italiano apresentam as palavras e frases mais importantes de cada idioma e ensinam a pronúncia. Trazem menus, com bebidas e comidas variadas, desde o café-da-manhã até o jantar. Explicam os princípios básicos de cada língua, para o leitor usar melhor as expressões e o vocabulário. Além disso, os diálogos em bancos, hotéis, restaurantes, compras, emergências, entre outros, são perfeitos para qualquer situação. Apresentam ainda um minidicionário bilíngüe. Veja trecho do guia Francês

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Guia apresenta informações para o público GLS sobre a cidade de São Paulo
Guia apresenta informações para o público GLS na cidade de São Paulo

14. Os autores Tim Parks, Martin Kirby, James Haller e Jacques Bonnet conduzem os leitores ao universo mágico de suas próprias experiências pela Europa. Além da qualidade literária, os livros: "Meus Vizinhos Italianos", "O Emblema da Amizade", "Uma Educação à Italiana", "Vie de France", "Voltar, Nem Pensar" descrevem com riqueza de detalhes a cultura e os cenários dos países descritos. São ideais para quem quer entrar no espírito da viagem antes mesmo de sair de casa. Ver páginas

15. O "Guia GLS São Paulo" traz sugestões para gays, lésbicas e simpatizantes que planejam visitar ou conhecer melhor a capital paulista. São informações extremamente úteis ao visitante disposto a decifrar a cidade de forma rápida, aproveitando suas opções ao máximo. O livro indica parques, feiras, cinemas, teatros e galerias de arte para quem quer sair acompanhado ou aproveitar os melhores espaços para paquerar. Saiba mais sobre as festas para o público GLS.

Reprodução
Guia traz informações detalhadas das principais atrações da Itália
Guia traz informações detalhadas das principais atrações da Itália

16. O sommelier Vincent Gasnier traz informações fundamentais sobre o mundo da bebida mais fascinante do mundo na coleção "Top 10 Vinhos". Com três volumes, "Estados Unidos e Canadá", "França" e "Itália", o autor mostra as variedades de uvas, as regiões produtoras e os estilos de vinhos de cada um dos países, além de apresentar as melhores formas de combinar as bebidas com pratos e sobremesas. Conheça a região de Bordeaux, na França, que reúne vinícolas mais famosas do mundo.

17. A série "Key Guides" traz informações detalhadas para os viajantes que desejam aproveitar o melhor de Paris, Espanha e Itália. Com organização inédita, que facilita a consulta e o planejamento da viagem, os Key Guides apresentam indicadores coloridos e marcadores temáticos que ajudam no manuseio e simplificam a busca por atrações e informações. Os guias trazem indicações de hotéis, restaurantes, casas noturnas, museus e lojas, transporte público, mapas e informações sobre história daquele destino de viagem. * Veja como aproveitar a vida noturna nas principais cidades da Espanha

Reprodução
Guia mostra como aproveitar o melhor de NY com US$ 25 no bolso
Guia mostra como aproveitar o melhor de NY com US$ 25 no bolso

18. O "Guia da Liberdade" faz um levantamento minucioso dos melhores estabelecimentos, locais de visita e compras, passeios e restaurantes, apresentando um roteiro completo do bairro. Ilustrado com belas fotos, é um convite a quem deseja explorar o pedaço mais oriental de São Paulo. O guia apresenta o que o bairro tem de melhor: desde compras, serviços e alimentação, até um histórico do bairro e de sugestões de passeios a pé. Escolha um karaokê para soltar a voz ou visite a Feirinha da Liberdade.

19. "Guia Nova York: As Melhores Atrações até US$ 25" - Feito especialmente para o turista brasileiro, este guia traz tudo o que Nova York oferece de mais badalado por preços acessíveis. Das melhores épocas para encontrar liquidações de grifes famosas aos restaurantes étnicos mais concorridos, das galerias mais interessantes aos passeios imperdíveis, toda a diversidade da cidade mais famosa do mundo está aqui. Para facilitar, conta com mapas que destacam todas as atrações. O autor, o jornalista Vinícius Queiroz Galvão, morou em Nova York e conhece a cidade como ninguém. Da sua experiência surgiu este guia, que traz dicas que só quem viveu na cidade conhece. Leia mais

Fotomontagem/Folha Online

20. A série "Guias Chic" apresenta o que há de mais luxuoso na Índia, no Marrocos, no México e em Tóquio. Os guias foram feitos especialmente para quem gosta de viajar em grande estilo, sem abrir mão do conforto e do requinte. Os guias indicam os melhores hotéis, resorts, restaurantes, lojas, spas e atrações selecionadas, além de roteiros exclusivos que valorizam o que cada país tem de melhor.

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21. A série "Guias Wallpaper" mostram o que há de mais sofisticado em cada cidade, com destaque para o design e a arquitetura local. Cada guia apresenta uma relação de tudo o que você precisa saber sobre os lugares mais interessantes do mundo. Quer sua viagem dure 48 horas, quer cinco dias, a trabalho ou em férias, os guias oferecem uma seleção exclusiva e cuidadosa dos melhores restaurantes, bares, hotéis, museus, academias e lojas extraordinárias. Os Guias Wallpaper* trazem o roteiro mais descolado para o viajante ficar sintonizado com as novidades e ainda opções de passeios próximos das cidades. Estão disponíveis os volumes: "Amsterdã", "Barcelona", "Berlim", "Havana", "Paris", "Istambul", "Lisboa", "Londres", "Madri", "Miami", "Milão", "Nova York", "Pequim", "Praga", "Rio de Janeiro", "Roma", "São Francisco", "São Paulo" e "Tóquio".

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22. Os guias da série Espiral têm a praticidade como ponto forte: são compactos, com design ágil e têm seções bem divididas, que facilitam a leitura e a busca por informações. Além disso, são fáceis de consultar graças ao acabamento em espiral, que permite manuseá-los sem esforço e apoiá-los em qualquer superfície para a leitura.

Os guias da série Espiral são comercializados em todo o mundo e editados no Brasil pela Publifolha. Os primeiros volumes lançados no país são "Irlanda", "Marrocos", "Tunísia" e "Tailândia".

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Guia traz roteiros para quem quer conhecer vários lugares na Europa
Guia traz roteiros para quem quer conhecer vários lugares na Europa

23. "Guia As Melhores Cidades da Europa" - Este guia traz o que há de mais interessante na Europa e as melhores atrações de 40 cidades, de Amsterdã a Zurique. Destaca a vida noturna, passeios românticos, bares, restaurantes, lojas, hotéis e museus. Apresenta informações úteis sobre passagens aéreas e bilhetes de trem.

Ideal para o viajante que deseja conhecer diferentes cidades européias em uma só viagem. Para ajudar na escolha, cada destino está classificado quanto ao que há de melhor, como arte e cultura, gastronomia, vida noturna, natureza, variedade de atrações, custo de vida e a pontuação total. Veja trecho.

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Livro mostra os melhores lugares do mundo e a data ideal para conhecê-los
Livro mostra os melhores lugares do mundo e a data ideal para conhecê-los

24. "As Melhores Viagens do Mundo - Aonde e Quando Ir" - Este livro apresenta uma seleção de alguns dos destinos mais cobiçados e desejados do planeta, com atenção especial para a época do ano em que a visita deve ser feita. Ilustrado com fotos de tirar o fôlego, tem o objetivo de inspirar a escolha do lugar para viajar e de ajudar nos preparativos. Ao contrário de um guia comum, não precisa necessariamente ser levado na viagem para consulta, já que seu tamanho também é maior: 25,2 cm de largura e 30 cm de altura. Traz uma série de ensaios com informações essenciais sobre mais de 130 destinos, como Grécia, Noruega, Ilhas Galápagos, Tasmânia, Rússia, Tailândia, Zâmbia e Zimbábue, Finlândia, Islândia, Gana, Vietnã, Camboja, Sri Lanka, Indonésia, Croácia, Egito, Turquia e muitos outros.

  • Leia trechos:
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Rough Guides - Italia, Chile, Argentina, Portugal e Espanha

25. A série "Mapas Rough Guides" oferece uma opção prática e econômica para quem deseja conhecer "Argentina", "Chile", "Itália" e "Espanha e Portugal" de carro, trem, ônibus ou avião. A localização dos pontos de interesse é simples. Os nomes das cidades e pontos turísticos estão listados em ordem alfabética e identificados por uma letra e um número. Os mapas permitem visualizar com clareza todas as rotas de trem e carro (desde vias expressas a estradas menores, secundárias), assim como os aeroportos e pistas de pouso, permitindo ao viajante circular como se fosse um morador de cada país.

Com formato funcional (100,5 cm x 69 cm) que facilita o manuseio, os mapas podem ser abertos e consultados em qualquer local e ocasião. O papel Ajobex polyart 90g/m² é totalmente à prova d'água, pode ser dobrado e redobrado indefinidamente e é praticamente impossível de ser rasgado.

Fonte: www.folha.com.br

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História da lingua Inglesa  escrito em sexta 31 julho 2009 14:58

Inglês Antigo

Variante do germânico ocidental, é a língua que os invasores iutes, anglos e saxões levaram à ilha. No século IX, o saxão ocidental era a língua mais difundida. Através do contato com o império romano, e da evangelização de Santo Agostinho de Canterbury, o idioma sofreu influência do latim até o século XI.

Inglês Médio

A partir da conquista normanda, começam a entrar na língua inglesa muitas palavras escandinavas e nórdicas, designando objetos da vida cotidiana. No século XIV, a língua dos anglos adquire prestígio graças à evolução da vida urbana, que foi acompanhada pela fundação de universidades e o desenvolvimento duma próspera vida econômica e cortesã. O uso da língua dos anglos permanece consagrado nas obras de Geoffrey Chaucer e na impressão tipográfica realizada por William Caxton.

Civilização Inglesa

As origens da civilização inglesa estão intimamente relacionadas ao processo de formação do Império Romano do Ocidente. Durante muito tempo, a Ilha da Bretanha ocupava apenas uma posição periférica entre as várias províncias controladas por Roma. Contudo, aos fins da Antiguidade, essa situação se transformou quando os anglos e saxões invadiram este território.

Logo em seguida, os vikings também invadiram a ilha, impondo outra dominação que marcou o cenário britânico até a Baixa Idade Média. No ano de 1066, sob a chefia do rei Guilherme, os normandos franceses conquistaram a região e, assim, instituíram o fim da hegemonia anglo-saxônica no território. Com isso, a Bretanha foi divida em condados a serem distribuídos aos militares que venceram o conflito.

Essa divisão de terras marcou a instalação das práticas feudalizantes que já tomavam grande parte do território europeu. Entretanto, no século XII, a ascensão da dinastia Plantageneta alterou o quadro político presente com o emprego de ações que contribuiriam para a centralização política da Bretanha. Com a criação da “common law” e da justiça real, os reis britânicos concentrariam poder em suas mãos.

A presença dessas estruturas jurídicas permitiu que vários impostos fossem cobrados da população e um exército regular fosse preservado sob o mando do monarca. Contudo, na passagem dos séculos XII e XIII, o envolvimento do reis plantagenetas em guerras contra a França e a organização das Cruzadas, criou um clima de grande insatisfação entre os nobres submetidos à cobrança de vários encargos.

Em 1215, uma revolta organizada pelos proprietários de terra britânicos impôs ao rei a assinatura da Magna Carta, que determinava que a criação de impostos deveria ser primeiramente aprovada por um conselho formado por integrantes do clero e da nobreza. De fato, sob a perspectiva histórica, notamos que os ingleses nunca chegaram a experimentar um regime político absolutista.

Tal sentimento autonomista acabou ganhando proporções ainda mais significativas com ascensão da classe burguesa neste país. No século XVII, antevendo os futuros embates entre a burguesia e os monarcas, a Inglaterra experimentou uma revolução liberal que bania a interferência substanciosa do poder real. Com a Revolução Inglesa, a classe burguesa daquele país atingiu as condições necessárias para dinamizar seu comércio.

O reflexo dessas ações se despontou no século seguinte, quando a nação inglesa atingiu a condição de berço da chamada Revolução Industrial. Contando com tecnologia e apoio governamental, a Inglaterra se transformou em uma das mais influentes potências econômicas de toda a História. Em pouco tempo, os produtos saídos daquela pequena ilha conquistaram mercados consumidores em vários pontos do planeta.

No século XIX, a expansão da economia capitalista instigou os ingleses a promoverem a colonização de territórios espalhados pela África e pela Ásia. No chamado imperialismo ou neocolonialismo, os britânicos interferiram na vida política de diferentes regiões do planeta com o intuito de alargar seus mercados, explorar mão de obra barata e obter matéria-prima a baixo custo.

A consequência maior desta política se deslocou na deflagração da Primeira e da Segunda Guerra Mundial, onde temos o estopim da feroz concorrência existente entre os grandes países capitalistas. Por fim, sendo a Europa o grande palco desses conflitos, a Inglaterra perdeu sua liderança econômica para os Estados Unidos, sua antiga colônia durante a Idade Moderna.

A cultura inglesa hoje se encontra presente em vários âmbitos da cultura Ocidental. A língua inglesa hoje é praticada nos quatro cantos do mundo, e se tornou um aparato de comunicação indispensável para a atualidade. Além disso, os ingleses criaram o futebol, esporte que hoje mobiliza as paixões e o interesse de várias pessoas ao redor do mundo.



A transição do inglês médio para o moderno marca-se por uma rigorosa evolução fonética na pronúncia das vogais, entre os séculos XV e XVI. Esta data supõe a mudança de 18 das 20 vogais que, até então, tinha o idioma.

Inglês Moderno

No início deste período, a difusão da língua e a influência que recebeu são responsáveis por significativo crescimento do léxico. Entre os séculos XVII e XVIII ocorreram as mudanças gramaticais mais importantes. Mas o maior desenvolvimento e difusão aconteceu no século XIX, não sendo mais interrompidos desde então. No inglês, entraram numerosos americanismos e africanismos como conseqüência da expansão colonial britânica.

O Inglês do Século XX

O inglês não tem uma Academia da Língua que fixe as normas do idioma. É um idioma que tem passado da síntese para a análise, da declinação e flexão para a ordem sintática, das desinências para as raízes e, estruturalmente, é quase monossilábico, exceto nos termos científicos derivados das raízes gregas e latinas.

Devido a sua enorme difusão, apresenta vários dialetos, com categoria de línguas nacionais. Entre eles, os dialetos irlandês e o escocês (também chamado lallans).

O Inglês Americano

Abrange as variedades faladas no Canadá e nos Estados Unidos. Em 1940, distinguiam-se três grandes dialetos: o setentrional, localizado na Nova Inglaterra e no estado de Nova York, cujo expoente mais conhecido é o nova-iorquino. O dialeto ‘midlandês’, falado ao longo da costa de New Jersey a Delaware, e o dialeto sulista, falado de Delaware até a Carolina do Sul. Alguns lingüistas acreditam que o inglês ‘negro’ é uma língua e não uma variedade de dialeto, devido ao fato de, em todas as regiões onde é falado, apresentar a mesma fonética, sintaxe e léxico.

De qualquer forma, o intercâmbio com o inglês americano enriquece o britânico e vice-versa. Hoje, o inglês é a mais importante língua internacional.
Fonte: http://www.historiadomundo.com
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Curiosidades sobre os EUA  escrito em quinta 23 julho 2009 16:45

Você sabia???

New York

Em 1626, os índios venderam a Ilha de Manhattan aos holandeses por apenas US$24. Mas somente no dia 2 de fevereiro de 1665, a Ilha de Manhattan foi batizada com o nome de New York. Esse nome foi uma homenagem ao Duque de York, o novo proprietário das terras. A ilha com 34 quilômetros de extensão e 5 de largura, atraiu muitos imigrantes devido ao solo fértil da região.

San Francisco

No dia 21 de Março de 1963, após quase três décadas de atividade, a penitenciária da Ilha de Alcatraz, localizada na Baía de São Francisco, é fechada. Conhecido como o pior presídio das Américas, inaugurado em 1909, s;o se transformou em penitenciária federal 25 anos depois, quando passou a receber criminosos muito perigosos. Entre os cerca de 2000 presos que passaram por alí, todos de alta priculosidade, estão os célebres: Al Capone, gângster que viveu por cinco anos numa sala isolada do hospital da ilha, e o assaltante George Kellym que ficou 17 anos na prisão.

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Origem da palavra OK  escrito em sexta 17 julho 2009 13:05

Blog de english4you :ENGLISH SCHOOL SPECIALLY 4 YOU, Origem da palavra OK

A sigla OK, bastante utilizada no Brasil, tem as seguintes traduções: certo; correto; aprovado. Mas você sabe a sua origem?

O termo OK, surgiu no século XVIII, na campanha para a reeleição do Presidente Martin Van Buren (1782-1862) nos Estados Unidos.

O apelido (nickname) dele era Old Kinderhook (ele nasceu em Kinderhook, Estado de Nova York) e, em 1840, as iniciais OK se popularizaram como lenha na sua campanha para indicar que, com Old Kinderhook como presidente tudo estaria ótimo. De forma humorística, também se dizia que OK era sigla para “orl korrect” - all correct -, ou seja, “tudo correto”.

A forma escrita é OK, ou okay e, informalmente, fala-se também okey-dokey ou okey-doke. A palavra OK pode ser usada também como verbo regular, significando “aprovar”, “endossar”. Por exemplo: He OK’d everything ou He okayed everything. “Ele aprovou tudo.”

Há também a expressão A-OK, significando “excelente”, que vem da era espacial. Foi usada pela primeira vez na década de 60 pela NASA, nos Estados Unidos, para indicar que todos os sistemas estavam em perfeitas condições.

All systems OK
(abreviada para A-OK).

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